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Níveis de evidência

A marca do Germania Institut é a transparência sobre as fontes. Cada verbete e, quando necessário, cada afirmação dentro dele recebe um dos três selos abaixo. Clicar num selo em qualquer página traz você de volta para cá.

A afirmação está diretamente numa fonte primária (um texto antigo, uma inscrição, uma lei) ou num achado arqueológico datado e publicado.

Exemplo: os Encantamentos de Merseburg citam Wodan e Frija pelo nome.

Regra: sempre cite a fonte com localização precisa (manuscrito e fólio, capítulo de Tácito, número da inscrição no CIL, relatório de escavação).

A afirmação não está atestada no mundo germânico continental, mas é deduzida por comparação: com fontes nórdicas ou anglo-saxãs, com a linguística histórica ou com paralelos indo-europeus.

Exemplo: as idisi de Merseburg seriam parentes das dísir nórdicas, por causa da semelhança dos nomes e das funções.

Regra: diga explicitamente com o que está sendo feita a comparação e por que ela se justifica. Se houver controvérsia acadêmica, mencione.

É uma proposta do Instituto para a prática atual, onde as fontes não chegam. Não é mentira nem invenção solta: é uma escolha consciente, coerente com o que se sabe, mas sem atestação.

Exemplo: recitar o segundo encantamento de Merseburg num rito de cura hoje.

Regra: explique o raciocínio e quais fontes inspiraram a proposta.

No topo do arquivo (frontmatter), defina o nível geral do verbete:

evidencia: atestado

Dentro do texto, marque afirmações específicas:

As idisi seriam parentes das dísir nórdicas. <Evidencia nivel="inferido">comparação linguística</Evidencia>

Resultado: As idisi seriam parentes das dísir nórdicas. Inferidocomparação linguística